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O Diário 2011

18 de Maio
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Vincent Lindon: “Não era uma filmagem. Não era um estúdio. Não tenho palavras”.

Dia 18.05.2011 às 12:00 AM - Updated on 18.05.2011 at 7:35 PM

A conferência de imprensa de Pater projectado ontem em Competição reuniu Michel Seydoux (produtor), Vincent Lindon (actor e primeiro-ministro) e Alain Cavalier (realizador e Presidente). O trio prestou-se ao exercício com malícia.

Vincent Lindon  sobre o nascimento do projecto
“Cada um de nós tem sonhos. O meu sonho era ser filmado pelo Cavalier. O Alain começou por filmar tudo e perguntávamo-nos o que iria sair dali, depois a dramaturgia e o suspense do filme acabaram por exigir de nós o que era necessário fazer, as cenas que faltavam filmar”.

Michel Seydoux sobre a produção
“Com o Alain sempre foi uma incógnita, mas ele tem carta branca. Faço com que a produção não exista e que a liberdade dada aos artistas seja total”.

Alain Cavalier sobre a política
“Não há nada sagrado, difícil ou formidável a dirigir num país. Toda a gente pode fazê-lo”.

Alain Cavalier sobre a vontade de voltar a filmar com actores
“Filmamos um actor porque por entre os homens é o que há de melhor”.

Vincent Lindon sobre a evolução do respectivo jogo

“Não levo nada a sério, levo tudo para o trágico. Talvez seja o que aprendi com o Alain”.

Vincent Lindon sobre o improviso
“Não há improviso. Sabíamos quando a câmara estava ON ou OFF. Como numa regata, havia bóias a passar e outras a contornar, podíamos fazer o que quiséssemos”.

“Não era uma filmagem. Não era um estúdio. Não tenho palavras”.

Alain Cavalier sobre a montagem de vídeo
“Filmávamos e sabíamos que em toda a extensão, haveria momentos de graça. O objectivo era alcançar a familiaridade, a imitação da vida”.

Vincent Lindon sobre a recepção do filme em Cannes
“Uma ovação de pé de 15 minutos, a isso chama-se triunfo. Por vezes, confundimos na linguagem de hoje em dia estranho e chato. E ninguém esperou que este filme fosse uma comédia”.
 

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